Sobre o Instituto

Com 15 anos de atuação, o Instituto Patrícia Galvão é uma organização feminista de referência nos campos dos direitos das mulheres e da comunicação.

Fundado em 2001, o Instituto Patrícia Galvão é uma organização social sem fins lucrativos que atua de forma estratégica na articulação entre as demandas pelos direitos das mulheres e a visibilidade e o debate público sobre essas questões na mídia.

Para o Instituto, a mídia é um espaço estratégico de incidência social e política para qualificar os debates sobre políticas públicas voltadas à promoção da igualdade e equidade de gênero.

E por considerar que o jornalismo tem um papel fundamental na ampliação e no aprofundamento do debate sobre questões-chaves que afetam a vida e os direitos das mulheres brasileiras, o Instituto Patrícia Galvão tem construído canais de diálogo com diferentes interlocutores da área da comunicação, a fim de assegurar que a imprensa cumpra sua função na esfera pública: fiscalizar os poderes constituídos, explicar os fatos, informar sobre os direitos de cidadãs e cidadãos e promover o debate de ideias para provocar mudanças de atitudes e mentalidades. E tudo isso com uma abordagem que contemple os direitos das mulheres, em especial no âmbito das políticas públicas.

Entre as atividades que o Instituto Patrícia Galvão desenvolve estão a realização de pesquisas de opinião pública em nível nacional, a produção de campanhas publicitárias contra a violência doméstica, a promoção de oficinas de mídia para lideranças sociais e especialistas e a realização de dos seminários nacionais A Mulher e a Mídia e do I Seminário Internacional Cultura da Violência contra as Mulheres.

Em 2009, com a criação da Agência Patrícia Galvão, o Instituto se reposiciona na área e reitera sua missão e seus valores de promoção e defesa do direito à comunicação, do acesso à informação e da liberdade de opinião e de expressão, ganhando agilidade na produção de sugestões de pautas e conteúdos e, com isso, ampliando sua capacidade de dialogar com os profissionais de imprensa e de incidir no noticiário sobre os direitos das mulheres, a fim de influenciar o debate público, demandar respostas do Estado e promover mudanças na sociedade e na própria mídia.

Agência Patrícia Galvão

Criada em 2009 pelo Instituto Patrícia Galvão - Mídia e Direitos, a Agência Patrícia Galvão produz e divulga notícias, dados e conteúdos multimídia sobre os direitos das mulheres brasileiras.

Seu objetivo principal é dar maior amplitude à cobertura jornalística, influindo no comportamento editorial sobre problemas, propostas e prioridades que atingem 51% da população do país: as mulheres.

Hoje, a internet é a principal ferramenta de busca de conteúdo de suporte editorial nas redações. Ao acessar o Portal da Agência, o profissional da imprensa encontrará um conteúdo multimídia diversificado, preciso, confiável e atualizado na forma de sugestões de pauta, notícias selecionadas, indicação de fontes qualificadas, dados, pesquisas, indicadores e artigos de opinião.

Seleção de notícias: Diante de fatos noticiosos que mobilizam a opinião pública, a Agência sugere abordagens não exploradas e fontes qualificadas para ampliar, diversificar e aprofundar o debate de ideias e reforçar as demandas das mulheres por políticas públicas.

Sugestões de pautas estratégicas: A Agência produz e aprofunda conteúdos. Na produção de sugestões de pauta combina captação, análise e gestão de informações relevantes com potencial para se tornarem notícias. Antecipando-se a fatos e polêmicas que possam vir à tona no noticiário, a Agência se propõe a sair na frente, com sugestões de pautas estratégicas e indicação de fontes que ampliem e enriqueçam o debate.

Conteúdos exclusivos: Além das sugestões de pautas e fontes, a Agência busca incidir no debate público também por meio da produção de matérias e outros conteúdos especiais [conheça].

Quem foi Patrícia Galvão

O nome do Instituto, e também da Agência, é uma homenagem à jornalista, escritora, ativista política e cultural Patrícia Rehder Galvão, a Pagu (1910-1962), que acreditava que as mulheres deveriam ter um papel mais ativo na esfera pública.