Desde 2009: Agência Patrícia Galvão

Criada em 2009 pelo Instituto Patrícia Galvão - Mídia e Direitos, a Agência Patrícia Galvão produz e divulga notícias, dados e conteúdos multimídia sobre os direitos das mulheres brasileiras.
Seu objetivo principal é dar maior amplitude à cobertura jornalística, influindo no comportamento editorial sobre problemas, propostas e prioridades que atingem 51% da população do país: as mulheres.

Desde 2012: Portal Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha

O Instituto Patrícia Galvão está envolvido nas ações de comunicação da Campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A lei é mais forte”, uma iniciativa conjunta do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Legislativo e Governo Federal, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e o Ministério da Justiça. A Campanha tem como objetivo unir e fortalecer os esforços nos âmbitos municipal, estadual e federal para dar celeridade aos julgamentos dos casos de violência contra as mulheres e garantir a correta aplicação da Lei Maria da Penha. Administrado pelo Instituto Patrícia Galvão, o Portal Compromisso e Atitude é uma das principais ferramentas de comunicação da Campanha, que inclui também a produção e distribuição do Informativo Compromisso e Atitude, nas versões impressa e eletrônica.

2018: Edital “Jornalismo Investigativo em Direitos Humanos, Aborto e Saúde Pública”

O objetivo do edital - lançado em março de 2018 pelo Instituto Patrícia Galvão e seus parceiros Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e Global Health Strategies - foi estimular a realização de reportagens investigativas sobre questões e histórias pouco exploradas pela imprensa que contribuam para o aprofundamento do debate público sobre a problemática do aborto no país a partir de uma perspectiva de direitos humanos e saúde pública. Os critérios para a seleção incluíram: adequação aos termos e temas do edital, qualidade de elaboração da proposta, inovação, viabilidade financeira e de realização, urgência do tema, bem como alcance e capacidade de influenciar o debate público. As cinco propostas apoiadas no valor de até R$ 10 mil abordarão temas relacionados ao aborto entre mulheres indígenas, impactos do aborto na saúde, nas relações familiares e afetivas, aborto clandestino, misoprostol e aborto no Congresso Nacional. As reportagens serão publicadas em veículos diversos da grande imprensa e da mídia alternativa e reproduzidas no site da Agência Patrícia Galvão. Saiba mais

2017: Diálogos entre imprensa e especialistas sobre violência sexual

Considerando as peculiaridades do tema da violência sexual e as dificuldades que as/os profissionais de imprensa encontram para obter dados atualizados e confiáveis sobre o assunto, o projeto apoiado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal visa aproximar jornalistas e especialistas para influenciar a cobertura, possibilitando a contextualização e o aprofundamento do debate público sobre a questão.

2017: Diálogos sobre a Cobertura do Aborto no Brasil

Desenvolvido em uma parceria da Global Health Strategies Brasil e Instituto Patrícia Galvão, o projeto "Jornalistas dialogam sobre as possibilidades e os limites da cobertura sobre aborto no Brasil” visa explorar oportunidades de influenciar a cobertura sobre o tema do aborto por meio da análise do contexto dessa cobertura, da compreensão sobre os desafios nas redações e do fortalecimento dos relacionamentos e parcerias estratégicas.

2017: Livro Feminicídio #InvisibilidadeMata

Lançada em 2017, obra debate as características dos feminicídios, denuncia sua perpetuação no Brasil – o quinto país com a maior taxa de assassinatos femininos no mundo – e destaca ainda a urgência do enfrentamento às violências contra as mulheres. Buscando ampliar este debate urgente e necessário, o livro está disponível também para consultas, compartilhamentos e download na íntegra no link (gratuito).

2016: Dossiê Feminicídio

Ferramenta de suporte para jornalistas, comunicadoras, pesquisadoras, ativistas e interessados em geral que queiram pautar e debater a questão do feminicídio, cobrar direitos e desconstruir discriminações, contribuindo para evitar que mortes anunciadas de mulheres sigam acontecendo sem provocar impacto na opinião pública e nem respostas satisfatórias das instituições do Estado. Apresenta ainda um banco de fontes, pesquisas, cronologia dos direitos, legislação, diretrizes nacionais, biblioteca de infográficos e elementos para compreender a importância da tipificação penal deste crime. O projeto foi lançado em 2016. Acesse aqui.

2015: Dossiê Violência contra as Mulheres

Plataforma digital com banco de fontes de especialistas, coletânea de pesquisas, dados e estudos atuais sobre a violência de gênero no Brasil. O dossiê também dispõe de uma seção de conteúdos especiais, que compilam informações, dados e análises. Lançada em 2015, em parceria com o Fundo Elas, o Fundo Fale Sem Medo e o Instituto Avon, a ferramenta tem por objetivo auxiliar jornalistas e pesquisadores na produção de textos sobre violações aos direitos das mulheres, apresentando elementos sobre as raízes da cultura de violência contra as mulheres - doméstica e familiar, sexual, na internet, contra mulheres lésbicas, bis e trans, associada ao racismo - e debatendo o feminicídio, direitos, responsabilidades e serviços que as mulheres podem cobrar e um glossário sobre a temática abordada. Acesse aqui.

2015: 1º Seminário Internacional Cultura da Violência contra as Mulheres

Realizado pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Vladimir Herzog no Sesc Pinheiros, nos dias 20 e 21 de maio em São Paulo, o evento reuniu mais de mil participantes vindos de diversas partes do Brasil e de países como México, Inglaterra, EUA, Argentina, Jamaica e Costa Rica. Saiba mais

2013: #igualdadeemcasa

O projeto consiste em duas plataformas online por meio das quais internautas podem 'medir' a divisão de tarefas domésticas em suas residências por meio de uma enquete e conhecer os resultados da pesquisa Trabalho remunerado e trabalho doméstico: uma tensão permanente - realizada em 2013 numa parceria entre o Instituto Patrícia Galvão, o Data Popular e o SOS Corpo. A proposta é convidar a sociedade e refletir sobre a divisão desigual do trabalho doméstico e a sobrecarga que esse desequilíbrio, aliado à falta de políticas públicas, impõe às mulheres. Acesse aqui o site da pesquisa e a enquete.

2013: Concurso de vídeos de 1 minuto

Realizado em 2013, com apoio da Fundação Ford, o Concurso de vídeos de 1 minuto A mulher brasileira quer se ver nas propagandas na TV premiou seis projetos audiovisuais sobre a representação das mulheres na publicidade televisiva, tendo como subsídio os resultados da pesquisa Representação das mulheres nas propagandas na TV.

2003 a 2016: Pesquisas de opinião

Com o objetivo de controibuir para a produção de conhecimento sobre os direitos das mulheres brasileiras, o Instituto Pastrícia Galvão realiza pesquisas de opinião qualitativas e quantitativas acerca de um determinado fenômeno ou situação crítica que atinge as mulheres na sua condição de desigualdade de gênero.

2004 a 2016: Seminário Nacional A Mulher e a Mídia

Os Seminários A Mulher e a Mídia já se consolidaram como um espaço de debate qualificado que reúne diferentes segmentos: profissionais de mídia, pesquisadoras/es dos campos de gênero e diversidade, gestoras de organismos de promoção da igualdade de gênero, ativistas dos movimentos de mulheres, profissionais de comunicação do terceiro setor e estudantes de comunicação.

Partindo da visão de que a informação, o conhecimento e o debate plural são elementos vitais para a construção de propostas de políticas públicas de comunicação com as perspectivas de gênero e raça/etnia, desde 2004 a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) realiza os Seminários Nacionais A Mulher e a Mídia em parceria com a ONU Mulheres e o Instituto Patrícia Galvão.

Este espaço propiciou, ao longo dos últimos cinco anos, aportes para o amadurecimento e evolução do debate sobre o tema mulher e mídia, com a interlocução com profissionais dos principais veículos de comunicação do país. Acesse aqui as coberturas:

2010 e 2011: Diálogos sobre Liberdade de Expressão e Diversidades

A série de seminários Diálogos sobre Liberdade de Expressão e Diversidades, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão entre 2010 e 2011, teve o objetivo de propiciar um espaço de discussão sobre as diversidades no âmbito da comunicação no contexto democrático, numa perspectiva de gênero, raça/etnia e orientação sexual. As formas como as mídias retratam as diversidades e seus impactos na construção de sociedades democráticas foram discutidas entre especialistas, ativistas pela democratização da comunicação, feministas, pesquisadores e jornalistas. A iniciativa foi realizada em parceria com a Fundação Carlos Chagas, CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, ANDI – Comunicação e Direitos e Geledés – Instituto da Mulher Negra, e teve apoio da Fundação Ford e da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Ao final do projeto foram disponibilizados os vídeos, que podem ser assistidos nos links abaixo.

2011: Monitoramento de mídia

Imprensa e Agenda de Direitos das Mulheres: uma análise das tendências da cobertura jornalística é resultado do projeto de monitoramento de mídia impressa noticiosa conduzido pela ANDI – Comunicação e Direitos, em parceria com o Instituto Patrícia Galvão, no âmbito do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero. A publicação apresenta os principais achados da pesquisa que analisou como os meios de comunicação abordam os temas relacionados à situação das mulheres na sociedade brasileira. Conheça aqui a íntegra da publicação ou acesse os resumos executivos sobre os temas: Mulheres e Política, Violência contra a Mulher e Mulher e Trabalho.

2004 a 2006: Campanhas sobre violência doméstica

Desde 2003: Oficinas de Mídia (media training)

A proposta das Oficinas de Mídia é sensibilizar ativistas, lideranças sociais e especialistas para que, antes de qualquer entrevista, façam a si mesmos as seguintes perguntas: O que tenho a informar? Como transmitir ao público informações e conceitos de forma simples e clara? Como comunicar para a população questões complexas e fundamentais? Desde 2003, o Instituto Patrícia Galvão já realizou uma série de Oficinas de Mídia em todas as regiões do país, com participantes que trabalham com temas complexos e que geram polêmicas, como os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, a violência contra as mulheres, a homofobia, a bioética etc.

Para a maioria das/os participantes, as Oficinas possibilitam uma revisão de sua relação com a mídia e um exercício de empoderamento pessoal e coletivo para disputar espaço e significados nos meios de comunicação. As Oficinas oferecem aportes para uma performance mais qualificada nas diferentes situações de entrevistas, debates e outros tipos de intervenção nos veículos. E, ao mesmo tempo, promovem espaços de interação e reflexão entre as/os participantes sobre a relação com profissionais de imprensa; reforçam a necessidade de planejamento e avaliação sobre incidência na mídia com aportes para comunicação com a sociedade.

A metodologia adotada nas Oficinas de Mídia se inspira na prática feminista de educação popular, que valoriza, sobretudo, o intercâmbio e a reflexão coletiva, possibilitando o refinamento de argumentos. Cada exercício de entrevista para rádio, TV, jornais é revisto e avaliado pelo conjunto das/os participantes, instituindo-se, assim, um processo coletivo de aprendizado.

2004 a 2009: Portal Violência Contra a Mulher

Lançado em 2004, o Portal Violência Contra a Mulher (www.violenciamulher.org.br) tornou-se uma referência no tema da violência de gênero no Brasil por seu caráter informativo, de conteúdo diversificado, preciso e atualizado. Foi concebido como um espaço para promover a integração de conteúdos de diversas instituições e organizações, em que profissionais da imprensa podiam encontrar sugestões de pautas e indicações de fontes para realizar coberturas aprofundadas sobre o tema da violência contra as mulheres. Hoje, quem acessa o endereço do Portal Violência é redirecionado para o portal da Agência Patrícia Galvão, que tem a violência contra a mulher como um de seus temas-foco.

Blog Mulheres de Olho

Em 2006, nas eleições presidenciais, o Blog Mulheres de Olho nas Eleições se constituiu como um espaço de contraponto, onde foram veiculadas notícias e discussões a respeito de políticas públicas e demandas das mulheres no campo do atendimento integral à saúde, com foco nos direitos reprodutivos e no direito ao aborto seguro. O blog tornou-se referência para jornalistas, pesquisadores, ativistas do movimento de mulheres e coordenação de campanha dos principais candidatos. O blog Mulheres de Olho está entre as primeiras experiências de uso deste tipo de ferramenta pelo movimento de mulheres brasileiro. Em 2009, o blog deixou de ser atualizado e a marca Mulheres de Olho tornou-se uma das seções do portal da Agência Patrícia Galvão.

Desde 2006: Publicações

  • Trabalho Remunerado e Trabalho Doméstico no Cotidiano das Mulheres Maria Betânia Ávila e Ferreira (organizadoras), 106 páginas, 2014. Parceria: SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia Apoio: ONU Mulheres Realização: SOS Corpo e Instituto Patrícia Galvão

  • Assassinato de Mulheres em Pernambuco De Aureliano Biancarelli, com prefácio de Jacqueline Pitanguy e comentários de Luiz Eduardo Soares, Editora Publisher, 136 páginas, 2006. Parceria: SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia Apoio: Fundação Ford Realização: Instituto Patrícia Galvão