Polícia Civil inclui mulheres trans nos protocolos de apuração de feminicídio no DF

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Norma publicada pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil do DF altera os protocolos de investigação de feminicídio para incluir mulheres transgênero

(Correio Braziliense | 01/12/2020 | Por Bárbara Fragoso)

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) alterou os protocolos de investigação de feminicídio, além das medidas de acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica, familiar e de crimes contra a dignidade sexual. A mudança prevê a inclusão da perspectiva de gênero em todas as delegacias de polícia do DF e define quais ações devem ser tomadas com todas as mulheres transgênero e cisgênero — que se identificam com o sexo biológico com o qual nasceram.

Relator da comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Feminicídio, na Câmara Legislativa, o deputado distrital Fábio Felix considerou a atualização dos protocolos uma “grande conquista”. “A mobilização das mulheres trans e travestis, além do trabalho da CPI do Feminicídio renderam importante fruto. A partir de agora, os assassinatos de mulheres transgênero poderão ser investigados como feminicídio pela PCDF”, ressaltou.

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