11/09/2011 – Deputada faz apelo por mulheres vítimas de escalpelamento

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(O Globo) Em artigo publicado no jornal, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) faz um apelo ao Governo Federal para que retome o grupo de trabalho que trata das mulheres e crianças da região Norte vítimas de escalpelamento (retirada do couro cabeludo), provocado por acidentes em embarcações precárias no Rio Amazonas. A deputada pede o direito à cirurgia reparadora, a seguro e a assistência à vítima.

O Congresso Nacional aprovou a Lei 11.970/2009, de autoria da deputada, que obriga a instalação de uma proteção no eixo e no volante do motor das embarcações de pequeno e médio porte – a maior parte construída de forma rudimentar e artesanal, deixando exposto o eixo que gira a hélice do motor. Graças a essa lei, foram instaladas 1.050 proteções em barcos nas cidades de Macapá e Santana, no Arquipélago do Bailique e em Laranjal do Jari. 

De acordo com a deputada, nos estados do Amapá e do Pará, homens, mulheres e crianças podem ser escalpeladas numa simples viagem de barco para o trabalho ou a lazer. O escalpelamento ocorre quando o cabelo enrosca e é arrancado por motores de grande rotação sem proteção. Esses motores podem arrancar orelhas, sobrancelhas e enormes partes da pele do rosto e do pescoço, provocando deformações graves e até a morte.

A Associação das Mulheres Ribeirinhas Vítimas de Escalpelamento (AMRVEA) aponta que esses acidentes vitimam principalmente as mulheres, das quais 65% são crianças. Estima-se que, apenas no Amapá, há 150 pessoas, incluindo homens, vítimas de escalpelamento.

Para muitas cidades amapaenses, as embarcações constituem o único meio de locomoção, e por isso o transporte ribeirinho é tão importante para a subsistência de sua população.

Leia artigo completo: Vidas em risco, por Janete Capiberibe (O Globo – 11/09/2011)

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11/09/2011 – Deputada faz apelo por mulheres vítimas de escalpelamento

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(O Globo) Em artigo publicado no jornal, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) faz um apelo ao Governo Federal para que retome o grupo de trabalho que trata das mulheres e crianças da região Norte vítimas de escalpelamento (retirada do couro cabeludo), provocado por acidentes em embarcações precárias no Rio Amazonas. A deputada pede o direito à cirurgia reparadora, a seguro e a assistência à vítima.

O Congresso Nacional aprovou a Lei 11.970/2009, de autoria da deputada, que obriga a instalação de uma proteção no eixo e no volante do motor das embarcações de pequeno e médio porte – a maior parte construída de forma rudimentar e artesanal, deixando exposto o eixo que gira a hélice do motor. Graças a essa lei, foram instaladas 1.050 proteções em barcos nas cidades de Macapá e Santana, no Arquipélago do Bailique e em Laranjal do Jari. 

De acordo com a deputada, nos estados do Amapá e do Pará, homens, mulheres e crianças podem ser escalpeladas numa simples viagem de barco para o trabalho ou a lazer. O escalpelamento ocorre quando o cabelo enrosca e é arrancado por motores de grande rotação sem proteção. Esses motores podem arrancar orelhas, sobrancelhas e enormes partes da pele do rosto e do pescoço, provocando deformações graves e até a morte.

A Associação das Mulheres Ribeirinhas Vítimas de Escalpelamento (AMRVEA) aponta que esses acidentes vitimam principalmente as mulheres, das quais 65% são crianças. Estima-se que, apenas no Amapá, há 150 pessoas, incluindo homens, vítimas de escalpelamento.

Para muitas cidades amapaenses, as embarcações constituem o único meio de locomoção, e por isso o transporte ribeirinho é tão importante para a subsistência de sua população.

Leia artigo completo: Vidas em risco, por Janete Capiberibe (O Globo – 11/09/2011)

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