Proximidade ou distanciamento do tema do aborto influencia opinião, mostra pesquisa Locomotiva/Instituto Patrícia Galvão

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A Pesquisa Locomotiva/Instituto Patrícia Galvão: Percepções sobre o aborto no Brasil foi realizada com o objetivo de captar a percepção da população frente aos permissivos legais para a interrupção da gravidez e o direito da mulher de decidir pela interrupção de uma gravidez em diversas situações.

Diante das ações de deputados e senadores de proibir o aborto até em casos já previstos em lei, como risco de morte da gestante, gravidez em consequência de estupro e em caso de o feto ser diagnosticado com doença grave e incurável, com a Proposta de Emenda Constitucional 181/2015, é fundamental conhecer a opinião da população e sua (in)compreensão sobre o direito da mulher de interromper uma gestação.

Além de mostrar que o aborto é uma questão que está próxima da vida de milhões de pessoas, a interrupção da gravidez já é aceita por parcela importante da população dependendo das situações:

Isso significa que a interrupção da gravidez é aceita por parcela importante da população, dependendo da situação.

Metade da população considera que uma mulher que interrompe voluntariamente uma gestação deveria ser presa.  É importante destacar que na outra metade temos 38% que discordam de que a mulher deveria ser presa e mais 12% que não sabem responder se concordam ou discordam.

E embora parcela significativa da população considere que uma mulher que interrompe uma gravidez deve ser presa, a pesquisa revela também que para a maioria da população (77%) o aborto é um problema de saúde pública e de direitos das mulheres:

E diante da frase: “Eu jamais interromperia uma gravidez”, 33% não souberam responder se concordam ou discordam:

Acesse a Pesquisa Locomotiva/Instituto Patrícia Galvão: Percepções sobre o aborto no Brasil (novembro/2017)

Veja a seguir alguns destaques da repercussão da pesquisa na imprensa:

 

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