San Marino aprova legalização do aborto em referendo

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Resultados provisórios indicam que 77% dos eleitores defenderam dar às mulheres a escolha de abortar até 12 semanas de gravidez. Após esse período, aborto será permitido em caso de risco à vida da mãe ou má formação fetal.

(G1 | 26/09/2021 | Por France Presse)

A população de San Marino aprovou neste domingo (26) um referendo sobre a legalização do aborto. Segundo resultados provisórios divulgados pelo governo, 77% dos eleitores votaram a favor de dar às mulheres a escolha de abortar até 12 semanas de gravidez e depois, em caso de risco para a vida da mãe ou má formação fetal.

Os dados abrangem 33 das 37 seções eleitorais da república de San Marino, cercada pela região centro-norte da Itália. O referendo convocou 35.411 eleitores a opinarem, sendo um terço deles no exterior.

A votação foi realizada das 8h às 20h no horário local (das 3h às 15h no horário de Brasília). A pergunta que os habitantes tiveram que responder foi se o aborto deve ou não ser permitido até as 12 semanas de gravidez.

A partir da 12ª semana, o aborto só será permitido se a vida da mãe correr risco ou em caso de anomalias fetais que possam prejudicar a mulher física ou psicologicamente.

O referendo foi uma iniciativa da União de Mulheres de San Marino (UDS). “É inaceitável tratar como criminosas as mulheres que se veem obrigadas a abortar”, destacou Francesca Nicolini, uma médica de 60 anos e integrante da UDS.

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