Mulheres eleitas: Aumenta o percentual, não a representatividade

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(Revista Mátria | Ano 19 • Vol. 1 N. 19 • Edição 2021| Por Redação)

Mesmo as mulheres representando 52,35% do eleitorado brasileiro, essa supremacia feminina nas urnas não se traduz em paridade no resultado das apurações. Nas eleições municipais de 2020, por exemplo, elas representaram apenas 33,6% das candidaturas para as Câmaras de Vereadores e Prefeituras dos 5.570 municípios brasileiros, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ainda assim, a quantidade de mulheres candidatas nessas eleições foi superior em relação às anteriores: foram 31,9% em 2016 e 31,5% em 2012.

O número de candidatura de mulheres negras também aumentou em 2020; com cerca de 4.088 pretas e pardas concorrendo às eleições, contra 3.309 registradas em 2016. Em alguns municípios as eleitas representaram uma conquista histórica, como a educadora Carol Dartora (PT). Aos 37 anos, ela é a primeira mulher negra eleita para a Câmara de Vereadores de Curitiba (PR). Com 8.874 votos, ela figura entre os três mais votados da capital paranaense, atrás apenas de Indiara Barbosa (Novo) e de Serginho do Posto (DEM).

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