Troco trabalho por comida: sem renda, elas fazem faxina por arroz e feijão, por Luiza Souto

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Projeto de lei que define medidas de proteção a mulheres e dependentes vai ao Senado 

(Uol/Universa | 10/07/2020 | Luiza Souto)

Silvia* trabalhou como diarista durante 20 dos seus 56 anos. Separada, com dois filhos desempregados e um neto de sete anos morando com ela, viu-se sem emprego desde o início da quarentena decretada por causa do novo coronavírus. Ao ver a comida da casa por acabar, a moradora de Pacajus, a cerca de 50 quilômetros de Fortaleza, escreveu numa página de empregos no Facebook.

A promotora Adriana Reis Araújo, do Ministério Público do Trabalho de São Paulo e coordenadora nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades, que atua no combate à exclusão social e à discriminação no trabalho, através de campanhas e ações, avisa que qualquer pessoa que aceitar empregar alguém em troca de comida pode ser processada.

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