Pessoas LGBTQIA+ têm a mobilidade urbana limitada pela violência, por Kelly Fernandes

01 de julho, 2022 Por UOL

(Uol| 01/07/2022 | Por Kelly Fernandes)

A avenida parou para a diversidade passar, mas não foi a primeira vez e não será a última. No dia 28 de junho celebramos o Dia do Orgulho LGBTQIA+, comemoração que se estende por todo o mês de junho. A data remonta à rebelião protagonizada por Marsha P. Johnson – mulher trans, negra e ativista – no bar Stonewall, em Nova York-EUA, contra a repressão policial. O bar, que hoje é um importante lugar de memória, localiza-se na Christopher Street, rua demarcada como um espaço de resistência e que passou a nomear a celebração em diversas partes do mundo, o “Dia da Libertação da Christopher Street”.

Vinte e oito anos depois, na cidade de São Paulo, pela primeira vez a Avenida Paulista é tomada por cores, reivindicações políticas e gritos de liberdade. Inicialmente chamada de “Parada do Orgulho GLT- Gays, lésbicas e travestis”, com o tempo e amadurecimento do movimento, tornou-se a “Parada do Orgulho LGBTQIA+”, sigla para lésbicas, gays, bixessuais, transgênero/transexuais/travestis, queer, intersexo, assexual e o símbolo +, que inclui, por exemplo, sem se limitar, pansexuais, crossdresser e pessoas não binárias.

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