25/10/2013 – Quadrilha traficava anualmente cerca de 90 mulheres para prostituição no exterior

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(O Globo) A quadrilha acusada de traficar mulheres brasileiras para prostituição no exterior desbaratada nesta quinta-feira pela Polícia Federal (PF) levava, anualmente, cerca de 90 delas para Angola, Portugal, África do Sul e Áustria (um caso). Segundo o delegado Luiz Tempestini, dois tipos de mulheres partiam do Brasil para o exterior no intuito de passar de 7 a 10 dias nesses países e manter no período relações sexuais com empresários, autoridades e outros clientes de elevado poder econômico.

O primeiro deles era formado por mulheres aliciadas em uma casa de prostituição no bairro de Indianópolis, Zona Sul de São Paulo, algumas delas garotas de programa, segundo a PF, que ganhavam cerca de US$ 10 mil por semana. O segundo grupo tinha modelos capas de revistas masculinas e outras que participavam de programas de tevê – elas chegavam a faturar US$ 100 mil no mesmo período.

 

As identidades dos cinco presos nesta quinta-feira pela PF dentro da Operação Garina não foram reveladas, assim como as das mulheres. O delegado Tempestini, que investiga a ação da quadrilha há um ano, disse, no entanto, que algumas não chegaram a receber a quantia acordada com aliciadores aqui no Brasil. Segundo ele, pela lei, as mulheres são tratadas como vítimas e não responderão criminalmente, ainda que algumas tenham sido levadas ao exterior pela mesma quadrilha quatro ou cinco vezes.

 

Acesse a íntegra no Portal Compromisso e Atitude: Quadrilha traficava anualmente cerca de 90 mulheres para prostituição no exterior (Globo – 25/10/2013)    

 

 

 

 

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