Serviços de violência são poucos e mal divulgados; mas, se forem mais divulgados, darão conta da demanda?

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Por que mesmo nos locais que dispõem do maior número de serviços, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, eles não são divulgados e as mulheres que sofrem violência doméstica acabam recorrendo ao Ligue 180 para saber onde encontrar atendimento social, psicológico e jurídico? Se houver maior divulgação, os serviços em funcionamento darão conta do atendimento da demanda?

Acesse tabela em pdf com dados sobre os serviços de violência no Brasil.

Para dados de estados e municípios brasileiros, acesse o site da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM)

Indicação de fontes:

Aparecida Gonçalves – subsecretária de monitoramento e ações temáticas
SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)
Brasília/DF
(61) 3411-4211       
[email protected]
Fala sobre: Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

Graziela Acquaviva Pavez – assistente social e coordenadora da Casa
Casa Eliane de Grammont
São Paulo/SP
(11) 5549-0335       
[email protected]
Fala sobre: serviços de violência doméstica; atendimento multidisciplinar

Wania Pasinato – pesquisadora do NEV (Núcleo de Estudos da Violência da USP), do Pagu (Núcleo de Estudos sobre Gênero) da Unicamp e assessora técnica do Observe (Observatório da Lei Maria da Penha) da UFBA
São Paulo/SP
(11) 3091-4951 / 9263-8365
[email protected]
Fala sobre: violência; pesquisas e estatísticas sobre violência de gênero

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