Racismo obstétrico: violência na gestação, parto e puerpério atinge mulheres negras de forma particular

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Estereótipo da mulher negra como mais forte é um dos fatores que podem levar a situações de violência obstétrica. Especialistas defendem que, para reverter o cenário, são necessárias medidas educativas voltadas aos profissionais da saúde

(O Globo/Celina | 14/07/2020 | Raphaela Ramos)

— A violência obstétrica é um conceito usado para definir as violências sofridas pelas mulheres na procura por serviços de saúde durante todo o período da gestação, parto, puerpério e também em casos de aborto. Ela pode ser psicológica, física ou moral — afirma a epidemiologista Emanuelle Goés,  pesquisadora da Fiocruz Bahia,  com trabalho dedicado as desigualdades raciais no acesso aos serviços de saúde, direitos reprodutivos e racismo, interseccionalidade e saúde das mulheres.

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