Duas vezes vítimas: mulheres sofreram agressões durante quarentena imposta pela pandemia

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Acessar os serviços de combate à violência de gênero já era problemático antes da Covid-19, mas a quarentena durante pandemia agravou essa situação no Brasil e em outros países da América Latina

(Agência Pública | 25/11/2020)

Ser mulher vítima de agressão e acessar os serviços de combate à violência de gênero já era problemático antes da Covid-19, mas a pandemia agravou a situação no Brasil e em outros países da América Latina que enfrentaram longas quarentenas, locais ou nacionais. Estudos e relatórios regionais e internacionais sugerem que a violência contra mulheres cresceu com o isolamento – no Brasil, o número de feminicídios aumentou 1,9% no primeiro semestre de 2020 em comparação ao mesmo período de 2019, apontam dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). As ligações para números de emergência continuaram, embora muitas mulheres tenham deixado de denunciar por conviver com seus agressores ou não dispor de crédito em seu celular. Por aqui, ainda de acordo com estatísticas do FBSP, de janeiro a junho as chamadas para o 190 em casos de violência doméstica aumentaram 3,8% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

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