Atendimento policial humanizado para vítimas de estupro é tema de novo vídeo da Agência Patrícia Galvão

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“A mulher precisa ser acolhida no ambiente policial de forma respeitosa para que se sinta segura para narrar os momentos vividos”. Assim a delegada de polícia civil e coordenadora geral das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher do Estado da Paraíba, Renata de Almeida Matias, destaca a importância da humanização nos atendimentos policiais em casos de estupro. A especialista participa do novo vídeo da Agência Patrícia Galvão sobre as saídas institucionais e as redes de apoio às mulheres vítimas de crime sexual.

Estes tópicos integram a pesquisa de opinião Percepções sobre estupro e aborto previsto por lei, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva em 2020, com dados que embasam o vídeo. 

Falar ou calar? A aprovação da população brasileira é alta (92%) quanto à decisão da mulher de denunciar uma violência sexual e a maioria (93%) também concorda que toda vítima de estupro que buscar uma delegacia ou um serviço de saúde deve ser informada sobre as formas para evitar infecções sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada. Acesse a íntegra da pesquisa Pesquisa Percepções sobre estupro e aborto previsto por lei.

Sobre o tema veja também:

Ouça o episódio do Patrícia Galvão Podcast sobre as percepções da população brasileira sobre estupro de meninas e mulheres e aborto previsto por lei, com análises e comentários da defensora pública do Rio de Janeiro Flávia Nascimento e da pesquisadora Emanuelle Góes, do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz/Bahia).

Assista ao vídeo com a médica de família e comunidade Denize Ornelas e a defensora pública do Distrito Federal Rita Lima e ao vídeo sobre as consequências do estupro e direitos das vítimas.

E confira os webinários:

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