Manifestantes pediram o fim da violência de gênero e também protestaram contra política econômica do presidente da Argentina, Mauricio Macri.
(G1, 03/06/2019 – acesse no site de origem)
As manifestações contra o machismo “Nem uma a Menos” reuniram milhares de mulheres em Buenos Aires, nesta segunda-feira (3). A marcha passou pelas principais ruas da capital da Argentina até chegar à frente do Congresso Nacional argentino. É o quinto ano consecutivo que o protesto toma as ruas da cidade.
Segundo o “Clarín”, as manifestantes pediram a legalização do aborto na Argentina e a inclusão de disciplinas sobre educação sexual nas escolas do país.
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Ativistas participam de movimento ‘Nem uma a menos’ em Buenos Aires (Foto: Agustin Marcarian/Reuters)
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Protesto ‘Nem Uma a Menos’ reuniu milhares em Buenos Aires, Argentina (Foto: Agustin Marcarian/Reuters)
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Nora Cortinas (segunda à esquerda), co-fundadora das Mães da Praça de Maio, participa de manifestação ‘Nem Uma a Menos’ em Buenos Aires, Argentina (Foto: Emiliano Lasalvia/AFP)
Elas também se posicionaram contra o programa econômico do presidente Mauricio Macri e chamaram a dívida argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI) de “fraudulenta” e “ilegítima”.
Pelo Twitter, Macri afirmou que o movimento “iniciou uma mudança profunda na sociedade” e pediu aos poderes que “estejam comprometidos e trabalhando juntos pela igualdade e contra a violência de gênero”.
“Pedimos por uma Justiça que, com perspectiva de gênero, garanta punição a todos os culpados e que se repare as vítimas [de violência de gênero]”, disse.
Ni Una Menos empezó un cambio profundo en nuestra sociedad. Para cumplir necesitamos que los tres poderes y cada nivel de gobierno estén comprometidos y trabajando juntos por la igualdad y contra la violencia de género.
— Mauricio Macri (@mauriciomacri) 3 de junho de 2019