O Ministério Público no Dia Internacional da Mulher Negra LatinoAmericana e Caribenha e de Tereza de Benguela

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Segundo Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, menor acesso ao crédito e à tecnologia dificulta sobrevivência de negócios femininos; pesquisa aponta que 39% encerraram atividades na pandemia
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro é composto majoritariamente por mulheres, de acordo com o último levantamento apresentado no ano de 2017 pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A instituição possui atualmente 57% de promotoras e procuradoras de justiça em um universo de 911 membros, realidade muito diferente da composição de outros ramos do Ministério Público, composta em sua maioria por homens. Contudo, apesar de ser uma instituição eminentemente feminina, inclusive em funções de liderança, ainda se verifica que a maioria é branca, bem como se constata também em outras instituições públicas e privadas de nosso país. Esses fatos nos remetem à data de 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que surgiu a partir de um encontro de mulheres negras ocorrido em 1992 em Santo Domingo, na República Dominicana, e nos convida à reflexão a partir de uma perspectiva de interseccionalidade, considerando simultaneamente as opressões de raça, gênero e classe, neste momento em que o combate ao racismo tem se evidenciado no contexto nacional e internacional.

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