Ciclo de encontros: Pagu Vive – Transgressões femininas – Dias 09 e 10/06, às 19h

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Em comemoração aos 111 anos de Patrícia Rehder Galvão, nascida em junho de 1910, o Sesc Carmo organiza o ciclo de encontros Pagu Vive – Transgressões femininas sobre a vida da escritora, jornalista, poeta, cartunista, diretora de teatro e militante política.

A diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Jacira Melo, integra a mesa Feminismo e transgressão no jornalismo: Redes e política desta quarta-feira, dia 09, às 19h, ao lado de Josélia Aguiar e Semayat Oliveira, com mediação de Livia Lima da Silva. Nesta mesa será discutida a presença de Patrícia Galvão no jornalismo. A programação pode ser acompanhada gratuitamente, sem necessidade de inscrição prévia, a partir das 19h, no canal do Sesc Carmo no YouTube, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Na quinta-feira, dia 10, a mesa Mulheres na literatura – periferias, movimentos e afirmações terá as participações de Amara Moira, Maria Valéria Rezende e Mel Duarte, com mediação de Priscila Machado Nunes. Os temas discutidos serão o papel da literatura como arte e transgressão, militância e transformação social.

Assim como era Patrícia Galvão, os encontros têm abordagens múltiplas, nas áreas de gênero, literatura, sexualidade, valorizando a abrangência de seu trabalho e a magnitude do alcance de sua obra.

A primeira mesa do ciclo com a temática Pagu, a musa trágica da revolução – Vida e obra, com Lúcia Teixeira, Rudá K. Andrade e Sérgio Mamberti contou com a abertura de Danilo Santos de Miranda e mediação de Tommy Pietra pode ser assistida aqui.

Pagu é considerada a primeira mulher a ser presa por motivações políticas no Brasil e teve uma participação bastante contundente no movimento modernista, ainda que fosse criança no período da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual não participou. Era uma mulher precoce e transgressora por suas posturas críticas e de resistência. Até hoje, é uma referência para o movimento feminista no Brasil e, não à toa, o uso de seu nome aparece em iniciativas que trabalham na apuração e combate à violência contra a mulher e articulação das demandas dos direitos e visibilidade, como a Agência Patrícia Galvão.

 

 

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