Pobreza menstrual: Conheça o problema que leva brasileiras a deixarem de estudar

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Falta de saneamento básico e de dinheiro para comprar absorventes aumenta evasão escolar e expõe problema de saúde pública

(CNN | 19/06/2021 | Por Camila Neumam| Acesse a matéria completa no site de origem)

Uma em cada dez meninas no mundo deixam de ir à escola quando estão menstruadas. No Brasil, estima-se que sejam uma em cada quatro. Falta de condição financeira para comprar absorventes e de estruturas sanitárias estão entre as causas do problema batizado de pobreza menstrual e reconhecido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

A pobreza menstrual, como o nome já diz, tem a ver com pobreza no sentido literal. É caracterizada pela falta de acesso a recursos, infraestrutura e até conhecimento por parte de mulheres para cuidados que envolvam a própria menstruação.

Trata-se de um fenômeno afetado pela desigualdade social, racial e de renda, segundo o levantamento “Pobreza Menstrual no Brasil: desigualdade e violações de direitos”, realizado pelo Unicef  (veja quadro).

Estudo mostra os números da pobreza menstrual no Brasil

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