Pobreza menstrual: um problema que afeta desde presidiárias a estudantes

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Falta de acesso a absorventes higiênicos no Brasil atinge 26% de adolescentes entre 15 e 17 anos; nas prisões, até miolo de pão é usado para conter o fluxo

(Ponte | 08/07/2020 | Por Bianca Tracanella, Bruna Ferrari, Carolina Vargas, Denise Alves, Gleice Prado, Heloisa Aguiar e Isabela Reis)

Pedaço de pano, papel higiênico, papelão, jornal e até mesmo miolo de pão. Esses são alguns exemplos de materiais inadequados e inseguros usados durante o ciclo menstrual de adolescentes, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade social.

De meninas que faltam à aula até presidiárias que, em 30 dias recebem 8 absorventes  ou tampões menstruais  , a “pobreza ou precariedade menstrual”, termo usado para definir a falta de acesso a produtos de higiene específicos, é um problema que afeta mulheres de todos os países.

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