Canal de TV propõe respeito e igualdade entre homens e mulheres

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(Comunique-se, 11/08/2016) Na segunda-feira, 8, a RPC, emissora afiliada da Globo no Paraná, iniciou a campanha #AmarElas, criada pelo núcleo de inovação do canal com o objetivo de trabalhar com temas que impulsionem o respeito e o sentimento de igualdade entre homens e mulheres. O movimento inclui reportagens especiais para os telejornais ‘Bom Dia Paraná’ e ‘Paraná TV’ 1ª e 2ª edições, além de conteúdos exclusivos para página especial dentro do G1.

A ação foi inicialmente pensada para discutir a violência contra a mulher, aproveitando os 10 anos da Lei Maria da Penha, completos no domingo, 7. Porém, a ideia ganhou corpo quando os organizadores perceberam a necessidade de mostrar ainda mais a relevância do papel da mulher na sociedade atual.

“Vimos que não deveria se resumir somente à violência contra a mulher, mas abordar também temas importantes como saúde, empoderamento feminino, carreira e tantos outros assuntos que falam de respeito e igualdade”, afirma a coordenadora de reportagem da RPC, que está à frente da campanha, Suzana Possamai.

Na página especial da ação hospedada no G1 foram disponibilizados os web-documentários protagonizados por pessoas que são referências no tema como médicas, psicólogas, juízas e delegadas, além de relatos de mulheres que sofreram agressões.

“São mulheres corajosas que aceitaram compartilhar suas histórias mostrando o rosto para lutar por respeito e igualdade”, conta Suzana. A página também traz gráficos com números nacionais, artigos escritos por especialistas, serviços para ajudar mulheres que sofrem agressão e também espaço para interação.

10 anos de Lei Maria da Penha

“A cada uma hora e meia uma mulher é assassinada por um homem no Brasil” ou “a cada uma hora e meia um homem assassina uma mulher no Brasil”? A partir do questionamento de quem é o sujeito em casos de violência, foram desenvolvidas as matérias especiais para a primeira fase da campanha #AmarElas.

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Entre os depoimentos está a fala da própria Maria da Penha, contando sua trajetória (Imagem: Divulgação)

Nos materiais, a abordagem colocará como ponto central o agressor e não quem sofre essa violência. A ideia é provocar mudança de paradigma e deixar claro que a vítima nunca pode ser responsabilizada pela violência que sofre. Entre os depoimentos está a fala da própria Maria da Penha, contando sua trajetória e a importância que o caso tomou para fazer a diferença na vida de outras mulheres.

Acesse no site de origem: Canal de TV propõe respeito e igualdade entre homens e mulheres (Comunique-se, 11/08/2016)

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