Caso Marielle fica no Rio, e não com a Polícia Federal, decide o STJ de forma unânime

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Por oito votos a zero, ministros rejeitam federalização e decidem que apuração continua no Ministério Público e a Polícia Civil do Rio, como queriam os familiares da vereadora, assassinada em março de 2018

(El País, 27/05/2020 | Felipe Betim)

Alívio para familiares e amigos da vereadora Marielle Franco. O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou nesta quarta-feira de forma unânime a federalização das investigações do assassinato político da vereadora do PSOL e do motorista Anderson Gomes. O julgamento ocorreu em meio à crescente tensão política no país, com as suspeitas de que o presidente Jair Bolsonaro está interferindo politicamente na Polícia Federal —a acusação, feita pelo ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, gerou a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal. Caso acatado, as investigações sairiam das mãos do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio e passariam para a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal.

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