Mandatos coletivos pelo país afrontam machismo e racismo no Parlamento, por Marilene Felinto

Compartilhar:
image_pdfPDF

Bancadas podem ser fresta que se abre na parede grosseira da política brasileira

(Folha de S.Paulo, 27/06/2020 |Por Marilene Felinto)

[resumo] Em sua estreia como colunista da Ilustríssima, Marilene Felinto comenta a atuação dos mandatos coletivos nas assembleias legislativas de alguns estados, como São Paulo e Pernambuco. Novidade introduzida na eleição de 2018 pode ser um passo para o futuro da efetiva representatividade democrática no país, avalia escritora.

A mais nova forma de participação política no Parlamento brasileiro ousa introduzir nomes também novatos à pauta: codeputada (e não deputada), mandata (e não mandato), coletividade, ativismo, pluripartidarismo e/ou apartidarismo, antirracismo, anticapitalismo, antifascismo, diversidade, horizontalidade (ausência de hierarquia), feminismo, transvestigênere (termo amplo, somatória de percepções identitárias do universo trans).

Acesse o artigo completo no site de origem.

Compartilhar: