A sub-representação das mulheres brasileiras na política

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As mulheres são maioria (52%) do eleitorado brasileiro. Por que a participação das mulheres na política brasileira ainda é uma das mais baixas do mundo? Para entender:

– Assista ao vídeo em que José Eustáquio Diniz Alves, demógrafo e vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP), apresenta dados contundentes sobre a participação feminina na política no Brasil e no mundo.

– Acesse a apresentação de José Eustáquio Diniz no evento Mídia e Mulheres na Política, promovido pelo Instituto Patrícia Galvão (São Paulo, 09/08/2010): A sub-representação da mulher na política no Brasil e a nova política de cotas nas eleições de 2010.


 
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“A decisão do TSE de exigir o cumprimento da Lei 12.034, de 29 de setembro de 2009, deve ser duplamente comemorada, pois a Lei é para ser cumprida e o país não pode compactuar com esta
cultura da ‘Lei que não pega’.”

“A decisão do TSE de exigir o cumprimento da Lei 12.034, de 29 de setembro de 2009, deve ser duplamente comemorada, pois a Lei é para ser cumprida e o país não pode compactuar com esta cultura da ‘Lei que não pega’. Houve uma grande mobilização política para mudar a palavra “reserva” pelo verbo “preencher” e a decisão do TSE foi importante para reafirmar o consenso alcançado no Congresso Nacional. Agora os partidos não têm mais desculpas para não investir na formação das mulheres. Para serem competitivos, os partidos precisam investir na formação e no apoio às candidaturas femininas. Só assim o Brasil vai abandonar o bloco da lanterninha do ranking internacional de participação feminina na política. A decisão do TSE vai contribuir para uma maior igualdade de gênero na disputa eleitoral.”
José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE

Contato com a fonte:

José Eustáquio Diniz Alves – demógrafo e pesquisador
Professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais
da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE
Rio de Janeiro/RJ
(21) 2142-4689 / 2142-4696 / 9966-6432 – [email protected]
Fala sobre: política, poder e a baixa representação das mulheres nos espaços de decisão; pesquisas e dados sobre essa realidade em outros países


Leia mais:
TSE: 30% de mulheres é lei (Correio Braziliense – 13/08/2010)
TSE obriga partido a ter no mínimo 30% de candidatas mulheres (Folha.com – 12/08/2010)
TSE obriga partido a ter 30% de mulheres candidatas (Último Segundo – 12/08/2010)
Cotas: só 22,9% das coligações cumprem a regra (Correio Braziliense – 11/08/2010)
Maridos e dinheiro impedem cota para mulheres na política (Terra Magazine – 30/07/2010)
TRE releva cota mínima de 30% a candidatura feminina (Estadão.com – 31/07/2010)

Acesse as estatísticas de candidaturas registradas no TSE no site Mais Mulheres no Poder

Sugestão de pauta:
Agora é para valer: cota de 30% de mulheres será exigida nas eleições de 2010

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