Patrícia Galvão Podcast: Como funciona um serviço de referência no aborto previsto por lei

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Para 87% da população brasileira, é direito da vítima de estupro decidir se quer ou não interromper a gravidez decorrente da violência e 3 em cada 4 mulheres gostariam de poder contar com essa opção. Para conversar sobre como funciona um serviço de referência que garante esse direito às vítimas, o quarto episódio da segunda temporada da série Direito ao aborto em caso de estupro, do Patrícia Galvão Podcast, recebe a médica ginecologista e obstetra Débora Britto, que atua no programa Superando Barreiras, um programa que acolhe e oferece atendimento multidisciplinar a mulheres vitimas de violência, na Maternidade Escola Assis Châteaubriant, do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza/CE.

Série Direito ao aborto em caso de estupro

Nesta edição, o Patrícia Galvão Podcast convidou quatro profissionais da saúde e uma do sistema de justiça para refletir sobre o direito ao aborto em caso de estupro e responder questões como: Quem são as vítimas de estupro que buscam o aborto legal no país? O que acontece quando uma vítima de violência sexual busca o atendimento na saúde? Que ações podem garantir que as vítimas de estupro tenham acesso a seus direitos, à informação e à assistência no SUS, conforme está previsto na lei e em normas técnicas do Ministério da Saúde? Nos novos episódios, também são apresentados alguns dados da recém-lançada pesquisa Percepções sobre direito ao aborto em caso de estupro, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva. Saiba mais neste link.

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