Empresas precisam evidenciar que assédio e discriminações são inadmissíveis, alerta juíza do trabalho

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Em novo vídeo da Agência Patrícia Galvão, Patrícia Maeda aborda o papel das empresas no enfrentamento à violência contra mulheres no trabalho

(Agência Patrícia Galvão | 19/07/2020)

Canais de denúncia anônima e campanhas de sensibilização com mensagens de que condutas discriminatórias ou assediadoras são inadmissíveis no ambiente de trabalho. Essas são algumas das ações que as empresas podem e devem realizar no enfrentamento à violência e ao assédio contra as mulheres no trabalho, na avaliação da juíza Patrícia Maeda, do Tribunal Regional do Trabalho (15ª Região Campinas/SP).

A especialista é a convidada do novo vídeo da Agência Patrícia Galvão, com dados da pesquisa Percepções sobre a violência e o assédio contra mulheres no trabalho. Realizado pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva, com apoio da Laudes Foundation, o levantamento nacional aponta que 76% das trabalhadoras já passaram por situações como gritos e xingamentos, discriminação em razão da aparência, raça, idade ou orientação sexual, controle excessivo e críticas constantes, agressão física, elogios constrangedores,  assédio e estupro (saiba mais sobre a pesquisa).

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