Fim das festas, câmeras, escolta e até botão de pânico: universidades paulistas investem contra a violência

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(R7, 11/12/2014) As restrições ocorreram após casos de abuso sexual contra alunas em festas serem denunciados em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) em novembro. Um dia depois da repercussão das denúncias, a FMUSP anunciou que criará um Centro de Defesa dos Direitos Humanos para assistir jurídica e psicologicamente alunos da instituição que forem vítimas de violência.

Leia também:
USP tem nova denúncia de estupro; sindicância será aberta só em fevereiro (O Estado de S. Paulo, 10/12/2014)
Desde 2012, USP teve 9 denúncias de violência sexual contra mulheres (G1, 10/12/2014)
Alunas da USP se unem para combater abusos e dar apoio às vítimas de agressão (O Globo, 09/12/2014)

Na Unicamp, um novo plano de segurança foi divulgado em novembro com base, justamente, no diálogo e na cultura de convivência.Intitulado Programa Campus Tranquilo, o plano tem como base a promoção da segurança na universidade por meio, inclusive, de atividades e eventos culturais. E a Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) vem reestruturando as ações para a garantia de segurança em seus campi desde 2010, quando a instituição investiu R$ 92 mil no treinamento de seus agentes de vigilância.

Acesse a íntegra no Portal Compromisso e Atitude: Fim das festas, câmeras, escolta e até botão de pânico: universidades paulistas investem contra a violência (R7, 11/12/2014)

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