Criminalização da homofobia facilitou apoio a vítimas

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Um ano após decisão do STF, MG registra mais de uma ação por dia na Justiça, mas ‘apagão estatístico’ prejudica

(O Globo | 13/06/2020 | Por Audrey Furlaneto)

Há um ano, a advogada trans Maria Eduarda Aguiar foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para defender a criminalização da homofobia. Usou os parcos dez minutos que foram reservados à sua fala para listar e descrever crimes contra a população LGBTI:

— Contei a história da Quelly, travesti que teve o coração arrancado. Lembrei da Jéssica, de São Gonçalo, que teve 80% do corpo queimado num ataque transfóbico. Falei de Dandara dos Santos, a travesti do Ceará que foi espancada até a morte, e do Carlinhos, homem trans de São Gonçalo, que apanhou até morrer para, entre aspas, aprender a ser homem. Eu tinha dez minutos para mostrar aos ministros que somos vítimas de crimes de ódio brutal todos os dias.

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