“Nós, pessoas com deficiência, temos mais dificuldade para sair do armário. Somos tratados de maneira pior”

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Numa sociedade que tende a infantilizar essa população, para muitos é impossível aceitar sua homossexualidade sem apoio da família

(El País | 04/07/2020 | Por Vírginia López Enano)

Alejandra (nome fictício) gosta de roupas masculinas, mas precisa de ajuda para ir a uma loja. Se a família não gostar da peça de roupa que ela escolheu, não a compra. Tem cerca de 40 anos e quer tingir o cabelo. Tampouco pode. Seu corpo não lhe responde e seus desejos se extinguem se, ao verbalizá-los, seus pais se recusam a cumpri-los. O que jamais confessou a eles é que tem atração por garotas. Ela mesma mal sabe o que isso significa. O armário de Alejandra tem um fundo duplo, em um deles guarda sua homossexualidade. No outro, sua deficiência intelectual.

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