“Não ver trans como doentes é avanço, mas luta segue árdua”

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Transexualidade deixou de ser considerada um transtorno mental pela OMS. Para ativista, apesar de a mudança promover a dignidade, ainda há um longo caminho para a aceitação social de travestis e transexuais.

(DW | 26/01/2022 | Por Edison Veiga)

Desde o primeiro dia deste ano, nenhum dos 194 países-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) pode — ao menos oficialmente — classificar a transexualidade como doença.

A decisão foi tomada em 2018, 28 anos depois de a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) começar a tratar a questão como transtorno mental. Foi estabelecido o prazo de 1º de janeiro de 2022 para que todas as nações integrantes da OMS tivessem tempo de adotar a nova edição da CID.

Ao deixar de figura na categoria de transtorno mental, a transexualidade passa agora a ser incluída no campo do direito à saúde, ao lado de condições como a velhice e a gravidez.

“Os impactos são muito positivos para nossa comunidade”, avalia a geógrafa e ativista Sayonara Nogueira, presidente do Instituto Brasileiro Trans de Educação (IBTE), em entrevista à DW Brasil.

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