22/02/2014 – Alto nível educacional e econômico não impede mulheres de apanhar caladas

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(R7) Edemir de Mattos, 52 anos, era professor de inglês e faixa preta de judô. Célia Regina Pesquero, 49 anos, é professora da Faculdade de Saúde Pública da USP, onde se formou em Química, fez mestrado e doutorado. Depois de mais uma briga, na noite da última segunda-feira (17), Célia teve o maxilar fraturado pelo marido, que logo depois se jogou do 13º andar do prédio onde moravam, em Osasco, com filho do casal, Ivan, de 6 anos, no colo. À polícia, Celia confirmou que o marido era agressivo e disse que “sempre apanhava”.

O caso, que chocou a opinião pública esta semana, expõe outro drama que nem sempre ganha os holofotes: a violência doméstica contra mulheres com alta escolaridade e nível socioeconômico que, no imaginário social, estariam fora do “grupo de risco” das agredidas, formado por mulheres que dependem financeiramente dos maridos e não teriam para onde ir após uma agressão.

Acesse a íntegra no Portal Compromisso e Atitude: Alto nível educacional e econômico não impede mulheres de apanhar caladas (R7 – 22/02/2014)   

 

 

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