Mulheres negras na política: “Verba vai primeiro para loiras de olho azul”…

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Bruno Santos Vilela, da 1ª Vara Cível de Araranguá, em Santa Catarina, entendeu que concessionária não apresentou a adoção de nenhuma política destinada a combater os atos de violência sexual contra as mulheres; ‘Violência de gênero é um instituto de cunho jurídico, expressamente previsto no ordenamento

Desde que a primeira mulher negra foi eleita para um cargo político no Brasil (Antonieta de Barros se elegeu deputada estadual em Santa Catarina, em 1935), o país caminhou pouco. Passados 85 anos, mulheres negras não chegam a 1% das assembleias legislativas e a 5% das câmaras de vereadores. Nas prefeituras do país, também são subrepresentadas: 3% ocupam o cargo máximo dos legislativos municipais. Não há uma sequer comandando uma capital.

Os números escancaram a falta de representatividade, uma vez que elas compõem 25% da população brasileira. Em 2020, nas eleições para câmaras de vereadores e prefeituras, há maior mobilização por parte de possíveis candidatas, de coletivos para ajudá-las nas campanhas e de partidos para aumentar o quadro de candidaturas.

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