ONU condena assassinatos nos EUA por motivos racistas: ‘ato odioso de violência’

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(ONU Brasil, 19/06/2015) Jovem branco entrou em uma histórica igreja afro-americana na Carolina do Sul, nos EUA, e matou nove pessoas.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou veementemente os assassinatos, aparentemente por motivos raciais, em uma histórica igreja afro-americana na Carolina do Sul, no sul dos Estados Unidos, e expressou a esperança de que o responsável por um “ato tão odioso de violência” seja levado à justiça.

Em um comunicado emitido nesta quinta-feira (18) cedo por seu porta-voz em Nova York, Ban Ki-moon lamentou a morte, na noite anterior, de nove pessoas contra a igreja, que fica em em Charleston, na Carolina do Sul.

“Ele estende suas condolências aos entes queridos das vítimas e sua solidariedade aos sobreviventes. Ele espera que a pessoa ou pessoas responsáveis por esse ato odioso de violência sejam rapidamente levadas à justiça”, disse o comunicado.

A imprensa relatou posteriormente que um suspeito foi preso no estado vizinho da Carolina do Norte. O jovem admitiu à polícia local nesta sexta-feira (19) o ataque.

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas de Especialistas sobre Pessoas Afrodescendentes também condenou o “terrível ataque”. A presidente do grupo, Mireille Fanon Mendes-France, elogiou a ação rápida por parte das autoridades para investigar o crime de ódio, acrescentando que “devem ser feitos todos os esforços para garantir o culpado deste ato seja processado e punido em conformidade”.

“Devem ser tomadas medidas urgentes para evitar a violência armada e crimes racistas motivados por preconceito que afetam a segurança dos afro-americanos, suas comunidades e da sociedade como um todo”, disse Mendes-France. “Oferecemos nossos pêsames ao povo dos Estados Unidos, especialmente às famílias e amigos daqueles que foram assassinados enquanto realizavam o culto na Igreja.”

Acesse no site de origem: ONU condena assassinatos nos EUA por motivos racistas: ‘ato odioso de violência’ (ONU Brasil, 19/06/2015)

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