A revolução das mulheres negras, por Juliana Borges

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Hoje é Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o objetivo é intensificar os laços das mulheres negras e a luta pelo fim das opressões estruturais de gênero, raça e classe

(Revista Trip, 25/07/2017 – acesse no site de origem)

As mulheres negras construíram, ao longo de sua história, importantes eixos de luta e transformações teóricas. E isso tem como elemento central a pluralidade de existências e pauta-se contra universalidades. Somos diversas e complexas, portanto, sentimos as opressões de modos variados.

Hoje, 25 de julho, é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha. A data foi definida em 1992, no 1º Encontro de Mulheres afro-latino-americanas e caribenhas realizado em Santo Domingo, na República Dominicana, para intensificar os laços das mulheres negras pelo continente e como marca da resistência pelo fim das opressões estruturais de gênero, raça e classe.

Tereza de Benguela

Tereza de Benguela

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