Registro de violência doméstica cai na quarentena, mas mais mulheres morrem

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O combate ao racismo e a discriminação racial e de gênero trouxe resultados positivos à economia e, inclusive, auxiliou o desenvolvimento econômico das últimas décadas em países como o Brasil e os EUA.

Desde o início da quarentena, órgãos internacionais de proteção de mulheres alertam para o aumento de casos de violência doméstica em todo o mundo. Segundo a ONU Mulheres, foi relatado que, na China, primeiro país impactado, houve um aumento de casos em um terço durante o isolamento. O alerta foi de que o mesmo poderia acontecer em outros lugares que implementassem o isolamento social para conter a disseminação do coronavírus.

No Brasil, esse cenário parece ser ainda mais preocupante. Um novo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, obtido com exclusividade por Universa, mostra que, à medida que a quarentena avançava, os registros policiais de lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica caíram significativamente, sugerindo que as vítimas não estão conseguindo pedir ajuda. Em contrapartida, o número de mulheres assassinadas aumentou: foram 2,2% de feminicídios a mais do que no mesmo período do ano passado. O estudo foi feito entre março e maio de 2020, com base em registros de ocorrência enviados por 12 estados ao FBSP.

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