Abuso sexual no trabalho é pandemia global e demanda mobilização

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No fim do ano passado, o Linkedin, em parceria com a consultoria Think Eva, divulgou uma pesquisa sobre assédio sexual no trabalho. Nela, quase metade das mulheres entrevistadas afirmava já ter sofrido esse tipo de violência no trabalho. Entre elas, apenas 5% recorreram ao RH para reportar o caso. 

(Hypeness | 07/06/2021 | Por Redação | Acesse a matéria completa no site de origem)

A intimidação por parte de superiores homens não é comum apenas no Brasil. Esta é uma realidade enfrentada por mulheres de todo o mundo, independente da condição financeira, da cor ou da religião.

Em uma das maiores fábricas de roupas de Maseru, capital do Lesoto, o ritual era diariamente o mesmo: pela manhã, dezenas de mulheres se enfileiravam para tentar uma vaga como diarista. Para conseguirem ser escolhidas e ganhar seis libras pelo dia de trabalho, elas, com frequência, aceitavam ser assediadas e violentadas.

Ao jornal inglês “The Guardian”, uma funcionária de uma dessas fábricas contou sobre a vez em que foi chamada ao escritório de seu gerente. Ao entrar na sala, ela ficou paralisada quando percebeu que ele havia começado a fechar as cortinas e, em seguida, a pediu para fechar a porta.

Em um primeiro momento, o chefe disse que estava apaixonado por ela e queria que os dois tivessem um relacionamento. Quando ela disse que não, ele se tornou agressivo e a ameaçou dizendo que ela deveria ser grata por ele a ter promovido na empresa.

A funcionária então deixou a sala e foi ao setor de Recursos Humanos contar sobre o episódio. Ao fim do dia, ela havia sido demitida.

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