Brasil e islâmicos vetam educação sexual em projeto de defesa de meninas, por Jamil Chade

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Nas eleições municipais marcadas para novembro, cada partido terá que apresentar 30% da cota de mulheres no registro de candidatura. Em entrevista, Danusa Marques, da UnB discute como fazer para que esse número, de fato, signifique uma maior representatividade feminina na política brasileiras

(Uol | 07/07/2020 | Jamil Chade)

Em mais um episódio do mergulho ideológico da diplomacia nacional, o governo de Jair Bolsonaro pediu, nesta terça-feira, que um projeto de resolução na ONU para combater a discriminação contra as mulheres e meninas tenha um parágrafo vetado. Trata-se de um trecho em que se sugere a garantia de acesso universal à educação sexual como uma das formas de lidar com a discriminação e mesmo a violência.

O veto brasileiro também foi apoiado por governos ultra-conservadores e acusados por uma postura de violação aos direitos das mulheres. A mesma posição do Itamaraty foi adotada por Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Paquistão e Iraque. Já todos os ocidentais saíram em apoio ao projeto.

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