Mamografia precoce reduziria diferença de mortalidade entre mulheres negras e brancas, revela estudo

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(Folha de S. Paulo| 20/10/2021| Redação)

A disparidade racial no índice de sobrevivência ao câncer de mama nos Estados Unidos poderia ser reduzida em mais da metade se as mulheres negras fizessem mamografias de dois em dois anos a partir dos 40 anos de idade. A conclusão está em um estudo publicado na segunda-feira (18).

Em comparação com as mulheres brancas nos EUA, as mulheres negras são mais jovens quando recebem o diagnóstico de câncer de mama. Além disso, elas recebem diagnósticos mais frequentes de cânceres difíceis de tratar ou em estágio avançado e têm probabilidade maior de morrer de câncer de mama, destacaram os autores do estudo.

A Força-Tarefa Americana de Serviços Preventivos (USPSTF, na sigla em inglês), financiada pelo governo e responsável por diretrizes que são seguidas comumente por médicos, convênios médicos e formuladores de políticas públicas de saúde, pede que todas as mulheres façam mamografia regularmente a cada dois anos a partir dos 50.

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