23/12/2010 – Combate à feminização da pobreza e violência contra as mulheres serão prioridades, diz futura ministra da SPM (ES Hoje)

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(ES Hoje)  A deputada federal, Iriny Lopes (PT) atribuiu sua nomeação para coordenar a Secretaria de Políticas para as Mulheres no governo Dilma Rousseff a sua atuação como militante dos Direitos Humanos. “Eu sou militante dos Direitos Humanos e esta militância me deu a oportunidade de trabalhar diversos temas. Porque Direitos Humanos é um conceito e uma política, mas é muito ampla. Ela trabalha com criança, adolescente, com sistema prisional. E dentro dessa militância eu puder trabalha o tema sobre as mulheres. Motivo pelo qual a nossa presidenta me fez esse convite”, explicou Iriny, que ressaltou ainda que dentro do trabalho de proteção às mulheres ela foi relatora da Lei Maria da Penha na Câmara dos Deputados.

Sobre a função de ministra-chefe da Secretaria Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes explicou que sentiu, após uma longa conversa com a presidente eleita, que será prioridade do próximo governo o trabalho de combate e erradicação da miséria no Brasil. A deputada afirmou ainda que a Secretaria vai assumir um novo patamar, por ser a Dilma e primeira presidenta no Brasil e a secretaria trabalhar políticas voltadas para a mulher.

“O trabalho desta secretaria especial é voltado para a feminização da pobreza. Ou seja, segundo estudos, a maior parte da população pobre é composta por mulheres. Sobretudo àquelas que são chefes de família e arrimo de família. E se a meta do governo é erradicação da pobreza, política voltada para as mulheres é vista como fundamental. A intenção é criar programas de enfrentamento da violência contra a mulher e dar condições de vida digna por meio de criação de possibilidades de trabalho. Dando autonomia econômica”, diz a reportagem do jornal capixaba, que completa que, “quanto aos filhos destas mulheres, a meta é o cumprimento da promessa de campanha de Dilma Rousseff, de construção de seis mil creches. O equivalente a uma creche por município ao menos. E, para isso haverá parcerias com os municipios. Para isso, Iriny Lopes quer rodar o país viabilizando a realização destas metas”.

Ainda segundo a reportagem, Iriny Lopes declarou que não pretende alterar os quadros da Secretaria, que conta hoje com 15 cargos comissionados, e nem mexer de imediaro na equipe já existente.

Acesse na íntegra: Iriny quer ser interlocutora do Espírito Santo em Brasília (ES Hoje – 23/12/2010)
 

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