Quantas cientistas você conhece? Pesquisadoras da USP querem mudar isso, por Lígia Nogueira

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Quantos nomes de mulheres cientistas você conhece? Provavelmente, bem menos do que de homens —que, ao longo da história, têm seus trabalhos reconhecidos com uma frequência muito maior. A trajetória da humanidade está repleta de cientistas que tiveram suas descobertas questionadas ou refutadas apenas por serem mulheres. Na maioria das vezes, elas ficaram em segundo plano ou foram simplesmente esquecidas.

Para dar voz —literalmente— às cientistas, divulgar suas descobertas e encorajar mulheres a entrar no universo da ciência, quatro pesquisadoras da USP se inspiraram em Virginia Woolf para criar o projeto Virgínias da Ciência. “Por que Virgínias? Em referência à escritora que foi pioneira, em sua época, ao escrever sobre o apartheid de gênero. Sobre como os homens experimentam a liberdade enquanto as mulheres a fazem apenas parcialmente”, explicam as autoras Rita Tostes, Vânia Bonato, Alline Campos e Katiuchia Sales, todas professoras da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

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