Medicina da USP vai criar centro de defesa para alunas vítimas de estupro

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(G1, 12/11/2014) Depois das diversas denúncias de estupro, violência sexual, de gênero, homofobia e racismo por parte de alunos e alunas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a Universidade anunciou na tarde desta quarta-feira (12), que vai criar um centro de direitos humanos para dar assistência jurídica e psicológica para apoiar alunos do curso que se sentirem “vítimas de qualquer tipo de violação” como agressões sexuais, machismo racismo e homofobia. 

Leia mais:
A face oculta da medicina, por Felipe Scalisa (Folha de S. Paulo, 13/11/2014)
Violência sexual, castigos físicos e preconceito na Faculdade de Medicina da USP (Ponte, 11/11/2014)
‘Medicina da USP tem cultura violenta e opressiva’, diz promotora (G1, 12/11/2014) Alunas denunciam estupros em festas da Medicina da USP (O Estado de S. Paulo, 11/11/2014)

Acesse a íntegra no Portal Compromisso e Atitude: Medicina da USP vai criar centro de defesa para alunas vítimas de estupro (G1, 12/11/2014)

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