25 de julho: Mulher negra é sinônimo de resistência

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(HuffPost Brasil, 25/07/2016) Desde 1992, quando foi realizado o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, o dia 25 de julho é considerado o Dia Internacional da Luta e da Resistência da Mulher Negra, em razão das opressões e desigualdades que ela sofre em seus países.

Nesta segunda-feira (25), o centro de São Paulo foi marcado por atos e manifestações de empoderamento e de homenagem a essas mulheres.

Leia mais:
25 de Julho: celebração e reflexão sobre a luta das mulheres negras (Seppir, 25/07/2016)
“Que mulher negra é um exemplo para você?”, responda em vídeo ao desafio da Articulação de Mulheres Negras Brasileiras e da ONU Mulheres (ONU Mulheres, 25/07/2016)

De acordo com a descrição do evento da Marcha das Mulheres Negras no Facebook, o objetivo das manifestações é marcar a luta e a resistência das mulheres que enfrentam “o golpe, o racismo, o machismo, o genocídio, a lesbofobia e [lutam pelo] pelo Bem Viver”. No País, além da data internacional, o grupo também presta homenagem à Tereza de Benguela, que liderava o quilombo Quariterê.

“As Mulheres Negras, que todos os dias resistem às opressões marcadas pelo racismo e pelo machismo, sabem da importância dessa data. Em 18 de novembro de 2015, mais de 30 mil Mulheres Negras tomaram as ruas de Brasília, demonstrando sua força política. Em 2016, continuamos em marcha e iremos às ruas no dia 25 de julho. Estar em Marcha é estar em movimento, é tomar o espaço público, é lembrar que os nossos passos vêm de longe, é resgatar a nossa humanidade dilacerada pelo patriarcado e racismo. Mulheres Negras, presente!

Os atos em comemoração ao 25 de julho ocorreram em diversas cidades brasileiras. Acompanhe abaixo:
Marcha em SP reivindica direitos das mulheres negras (EBC, 26/07/2016)
Filmoteca exibe filmes em homenagem ao Dia da Mulher Negra no Acre (O Nortão, 26/07/2016)

Ato pelo Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha reúne 2 mil em São Paulo (Brasil de Fato, 25/07/2016)
Contra racismo e machismo, mulheres negras vão às ruas em São Paulo (Rede Brasil Atual, 25/07/2016)
‘Dia Internacional da Mulher Negra’ é comemorado com roda de conversa, apresentações e oficina de turbante em Cuiabá (Olhar Direto, 25/07/2016)
Exposição sobre luta contra o racismo celebra dia da mulher negra no Piauí (G1, 25/07/2016)
Encontro discute papel da mulher negra na Bahia (A Tarde, 25/07/2016)
Debate marca o Dia Nacional da Mulher Negra no Acre (A Crítica, 25/07/2016)

25 de Julho: Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha (Foto: Tuane Fernandes / Mídia NINJA)

(Foto Tuane Fernandes / Mídia NINJA)

(Foto: Tuane Fernandes / Mídia NINJA)

(Foto: Tuane Fernandes / Mídia NINJA)

MC Sofia (Foto: uane Fernandes / Mídia NINJA)

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

(Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

(Foto: Reprodução/Instagram)

Brasília também será palco nesta semana do Festival Latinidades. De acordo com a organização do evento, ocorreu a ocupação da Rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital, com intervenções artísticas, performances e discussões sobre o feminismo. E, nos próximos dias, tem mais.

O tema principal do evento é comunicação, com foco no marketing, jornalismo e nas redes sociais e pretende discutir o protagonismo das mulheres negras e o enfrentamento do racismo nesses meios.

Esta é a nona edição do evento criado em 2008 que dura até o dia dia 31 de julho.

Ana Beatriz Rosa

Acesse no site de origem: 25 de julho: Mulher negra é sinônimo de resistência (HuffPost Brasil, 25/07/2016)

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