Sequestro machista de videoconferências tenta calar as mulheres na política brasileira

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‘Zoombombing’, invasão de eventos virtuais, se tornou comum desde o início da pandemia de covid-19, com xingamentos e veiculação de imagens pornográficas. Zoom e especialistas dizem que, apesar do aumento de casos, plataforma é segura

(El País | 19/08/2020 | Por Isadora Rupp)

Uma nova estratégia de silenciamento contra as mulheres políticas e especialistas no tema se tornou recorrente desde o início da pandemia do novo coronavírus, tanto no Brasil quanto em outros países do mundo. Forçadas pelo isolamento social, as videoconferências se tornaram onipresentes na vida de pesquisadoras que se dedicam a estudar e ensinar sobre política na academia. Mas as invasões a esses eventos também se tornaram triviais, atrapalhando falas, forçando o encerramento das reuniões, deixando as participantes constrangidas com os xingamentos, sempre ligados às questões de gênero.
ataque cibernético na plataforma mais usada neste período, o Zoom, se tornou tão comum que até o FBI, a polícia federal dos EUA, alertou para os perigos do zoombombing: quando as reuniões on-line são “sequestradas” por hackers, que veiculam imagens e vídeos pornográficos e assumem o controle da tela.

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