Ativos em campanhas, clubes são tímidos diante de acusação de assédio sexual na CBF

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Flamengo e Fluminense optam por não se pronunciar sobre afastamento de Rogério Caboclo; paulistas assinam comunicado ao lado de federação paulista

(Globo | 07/06/2021 | Por Bruno Marinho | Acesse a matéria completa no site de origem)

Existem duas linhas de conduta entre os clubes de futebol, que às vezes não se cruzam: a das ações publicitárias e a da vida real. Nem sempre o que é pregado em troca de boa reputação é praticado quando se tem a chance. O caso da acusação de assédio sexual e moral contra o presidente da CBF, Rogério Caboclo, é um bom exemplo disso.

Apesar de as campanhas contra a violência contra a mulher se tornarem cada vez mais recorrentes na comunicação dos clubes brasileiros, o episódio envolvendo o dirigente máximo do país nem sempre tem abordagem proporcional. Flamengo e Fluminense, procurados pela reportagem, afirmaram que não iriam se pronunciar a respeito das acusações que fizeram com que Caboclo fosse afastado temporariamente do cargo.

O silêncio contrasta com a campanha rubro-negra de 2020, que abriu espaço no Maracanã para o atendimento de rubro-negras vítimas de assédio. Em 2018, o tricolor jogou um clássico contra o Vasco de luto pelas vítimas de violência contra mulher.

Uma das ações mais recentes no futebol carioca foi a do Vasco. O zagueiro Ricardo Graça entrou em campo com um “X” vermelho no lugar da cruz de malta e o telefone para denúncias estampado na camisa. Até a publicação da reportagem, o clube não havia respondido ao pedido para que se posicionasse a respeito das acusações contra Caboclo.

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