A saúde mental de trabalhadoras após um ano de pandemia

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(eOnline – SESC | 07/04/2021 | Bianca Pedrina, Jéssica Moreira, Mayara Penina, Regiany Silva e Semayat Oliviera, do Nós, mulheres da periferia)

A pandemia da saúde mental

Passado mais de um ano da pandemia, as faltas de expectativas também têm afetado a saúde mental da população, principalmente das mulheres. Em junho de 2020, um estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) ouvindo 1.460 pessoas de todo o país, apontou um aumento de mais de 90% nos casos de depressão.

Se o quadro já era preocupante, com a segunda onda da doença, isso tem se agravado ainda mais. É o que afirma também a psicóloga Ana Carolina Barros Silva, 30, coordenadora geral da Casa de Marias, que realiza atendimento psicoterapêutico focado em mulheres negras e periféricas.

A psicóloga ressalta que a procura por atendimento subiu não só na Casa de Marias, mas também em outros espaços que prestam o serviço. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, a demanda aumentou 82% em consultórios particulares de todo o país. O número de atendimentos nos 95 endereços dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) de São Paulo passou de 24 mil em setembro de 2019, para 52 mil em outubro de 2020.

Diante do aumento de casos mais graves de doença psíquica, a Casa de Marias lançou uma iniciativa gratuita de mapeamento por territórios mostrando quais são os dispositivos que podem ser acionados para o devido encaminhamento.

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